SQL Magazine 73 – Oracle Performance Diagnostics & Tuning

Este mês a Revista SQL Magazine traz como matéria de capa meu artigo sobre Oracle Performance Diagnostics & Tuning. A edição online já saiu, acho que a de banca demora um pouco mais.

Este é o meu tema preferido em Banco de Dados, e foi o artigo mais gostei de escrever.

No Artigo, antes de lembrar dos antigos métodos de Performance Diagnostics & Tuning, digo aos leitores que trago duas notícias, uma boa e uma ruim.

A notícia boa é que Performance Diagnostics & Tuning é fácil. A notícia ruim é que agora vocês sabem disso. 🙂

Gosto de dizer isso a quem me pergunta sobre Performance Diagnostics & Tuning, pois este assunto foi (ou melhor, ainda é) por muito tempo envolto em grande mistério, sendo dominado apenas pelos mais experientes profissionais em banco de dados Oracle.

Esta imagem do Performance Diagnostics & Tuning foi fixada, na minha opinião, pelos antigos métodos adotados (entre meados dos anos 80 e início dos anos 90) pelos próprios DBAs, e que eram recomendados em manuais e livros, e praticados pelos próprios consultores da Oracle.

Neste Artigo mostro o método de Tuning baseado em TEMPO, ao invés dos métodos usuais de Checklists ou Hit Ratios. Os métodos baseados em Checklists, embora funcionem, requerem três coisas que nem todos profissionais têm: tempo, experiência e sorte.

O Tuning baseado em TEMPO nunca, nunca me deixou na mão, e sempre, sempre surpreendeu os clientes (e DBAs) por onde passei. Com alguns SELECTs,o motivo de lentidão é prontamente conhecido, e com uma única consulta a documentação, sabe-se como corrigir este gargalo. Desta forma, o DBA pode fornecer ao cliente um ROI preciso sobre a solução adotada.

Inclusive, neste sábado, irei dar este curso (em formato In Company) para mais um grupo de DBAs, desta vez em um grande Banco.

Dedico este artigo a minha linda esposa Luiza, que além de ceder a mesa da cozinha para que eu possa escrever confortavelmente, e ainda fazer o café, sempre me apoiou em tudo o que faço.

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